ANGELA CADA VEZ MELHOR

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Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
Sou psicóloga há 32 anos ,nas áreas de RH, Psicoterapia , Escolar e Regressão. Também sou professora . Sou questionadora... inquieta... um vulcão (às vezes adormecido)... sujeita a chuvas e trovoadas . Busco,incessantemente, continuar voando porém com os pés no chão..... O que mais amo fazer e faço com muito prazer é VIVER!!!!! Estou agora incrementando meus dons artísticos e criando muita coisa linda!!! Vendo tudo!!!!! Se quiser saber mais... é só perguntar!

domingo, 27 de novembro de 2011

Chagas do abandono...

É interessante observar o ser humano!Vejo pessoas que foram abandonadas por seus parceiros, amigos, amores...Como sofrem! Será a falta ... o vazio que fica? Penso não ser apenas isto!

Geralmente quando alguém nos deixa é sinal que não nos quer mais... ficamos tristes, choramos e aguardamos por um bom tempo que este alguém  volte...
Mas... o que nos leva a querer de volta quem não nos quer mais???
Posse, baixa auto estima, achar que nunca mais vai achar alguém ...solidão...comodismo...ou pior... infantilidade... ?????

Existem maneiras de  enfrentar esta situação. Podemos chorar a perda por um tempo, enterrar nosso  " defunto" e já sair à "caça" ou dar chance a outra pessoa...Isto é ser maduro. Mas há pessoas que passam boa parte da vida em " velório"  pela perda, carregando um peso enorme(o falecido) nas costas se culpando por se sentir responsável por tudo...ou infantilmente dando "piti"  por não admitir ser rejeitado...

É comum alguns adoecerem... como que usando a si próprios para castigar  quem os rejeitou , preocupam a família, amigos e o pior é que muitas vezes gastam a vida inteira assim e não conseguem perceber que na realidade, que quem o abandonou não foi só o outro... foi ele mesmo...

É preciso amadurecer para entender que se seu " corpo " abriu em chagas... Não culpe ninguém... reflita e comece a resolver as " chagas do auto abandono" ... comece a se amar.. pois na maioria das vezes... o vilão da história é você mesmo!!!!!!!!!!

Angela Cifani

É só acreditar...

Isto, se aprender com os erros ...

Vale refletir...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

FELICIDADE REALISTA - Marta Medeiros

Em princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...